Aula 01 – A importância do orçamento familiar
Resumo da Aula
O planejamento financeiro familiar consiste em organizar receitas, despesas e objetivos para que a família consiga utilizar melhor sua renda. Quando a família acompanha quanto ganha e quanto gasta, torna-se mais fácil identificar excessos, estabelecer prioridades, evitar dívidas e preparar-se para imprevistos.
Um orçamento equilibrado procura manter os gastos dentro da renda disponível. Gastar menos do que se ganha permite formar reservas e alcançar metas, enquanto gastar continuamente mais do que a renda pode gerar dívidas e aumentar o estresse financeiro.
Uma estratégia apresentada é a Regra 50–30–20: aproximadamente 50% da renda para necessidades, 30% para desejos e 20% para poupança, pagamento de dívidas e metas. Essa divisão funciona como referência e pode precisar ser adaptada à realidade de cada família.
Conceitos-chave
- Receita é o dinheiro que entra no orçamento.
- Despesa é o dinheiro utilizado nos gastos.
- Planejar ajuda a definir prioridades.
- Gastos devem ser acompanhados regularmente.
- Reserva financeira ajuda a enfrentar imprevistos.
- A Regra 50–30–20 é uma referência para organizar a renda.
🎯 Atenção para a Prova Paulista
Não fique apenas na definição de orçamento. Treine situações familiares em que você precisa decidir se os gastos estão equilibrados.
Você deve conseguir comparar renda e despesas, perceber quando os gastos ultrapassam o que a família ganha e indicar quais mudanças podem melhorar o orçamento. Também saiba interpretar a Regra 50–30–20 e explicar por que planejamento e poupança aumentam a segurança financeira.
Exemplo aplicado
Situação: uma família recebe R$ 4.000 por mês e gasta R$ 4.300.
Pergunta: o orçamento está equilibrado?
Resposta esperada: não. Existe um déficit de R$ 300. A família precisa rever despesas, principalmente as que podem ser reduzidas, para evitar o aumento das dívidas.
Questões discursivas
- Explique por que conhecer todas as receitas e despesas é importante para uma família.
- Como o planejamento financeiro pode diminuir o risco de endividamento?
- Explique a lógica da Regra 50–30–20.
- Por que gastar menos do que se ganha pode reduzir o estresse financeiro? ---
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Aula 02 – Orçamento doméstico – Parte 1
Resumo da Aula
A economia doméstica envolve a organização dos recursos de uma família para atender às necessidades do cotidiano. Isso exige controlar receitas e despesas, estabelecer prioridades e adaptar o consumo às condições econômicas.
As despesas podem ser classificadas de diferentes maneiras. Despesas fixas se repetem regularmente e costumam ser mais previsíveis; variáveis mudam conforme o consumo. Também podemos diferenciar gastos essenciais, necessários à vida e ao funcionamento da família, e supérfluos, que podem ser adiados ou reduzidos.
A inflação provoca aumento geral dos preços e reduz o poder de compra. Se a renda permanece igual e os preços sobem, a família consegue comprar menos. A cesta básica ajuda a acompanhar o custo de produtos essenciais e os efeitos da inflação.
Conceitos-chave
- Economia doméstica organiza os recursos familiares.
- Despesas podem ser fixas ou variáveis.
- Gastos podem ser essenciais ou supérfluos.
- Inflação reduz o poder de compra.
- Cesta básica serve como referência para o custo de vida.
- Comparar preços ajuda a economizar.
🎯 Atenção para a Prova Paulista
Treine tabelas com preços. Você pode precisar somar produtos, comparar dois supermercados e descobrir qual opção apresenta menor custo.
Também saiba explicar a relação:
inflação ↑ → preços ↑ → poder de compra ↓ → necessidade de reorganizar o orçamento.
A própria Trilha de Exercícios trabalha exatamente a comparação de preços da cesta básica e a economia obtida ao escolher a opção de menor custo.
Exemplo aplicado
Situação: um produto custa R$ 8 em um mercado e R$ 10 em outro.
Pergunta: qual é a economia ao comprar no primeiro?
Resposta esperada: R$ 2.
Questões discursivas
- Diferencie despesa fixa e variável.
- Diferencie gasto essencial e supérfluo.
- Explique como a inflação reduz o poder de compra.
- Por que comparar preços pode melhorar o orçamento familiar? ---
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Aula 03 – Orçamento doméstico – Parte 2
Resumo da Aula
Contas de água, energia elétrica, gás e internet são despesas recorrentes e importantes para o funcionamento da vida familiar. Embora se repitam mensalmente, vários desses valores podem mudar de acordo com o consumo.
Hábitos cotidianos influenciam essas despesas. Tempo de banho, uso de aparelhos elétricos, vazamentos e consumo de gás podem aumentar ou diminuir os valores pagos.
A aula também relaciona planejamento financeiro aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), principalmente uso consciente de água e energia, redução das desigualdades e consumo responsável.
Conceitos-chave
- Contas básicas são despesas recorrentes.
- Água e energia variam conforme o consumo.
- Consumo consciente pode diminuir despesas.
- ODS 6 relaciona-se à água e saneamento.
- ODS 7 relaciona-se à energia.
- ODS 12 envolve consumo responsável.
🎯 Atenção para a Prova Paulista
Você deve conseguir identificar contas essenciais e calcular quanto elas representam da renda familiar.
Por exemplo, se uma família recebe R$ 2.500 e suas contas básicas somam R$ 450, você deve calcular a porcentagem comprometida. A Trilha trabalha justamente esse tipo de questão e chega a 18% da renda no exemplo apresentado.
Exemplo aplicado
Situação: uma família ganha R$ 3.000 e gasta R$ 600 com contas básicas.
Pergunta: qual porcentagem da renda é utilizada?
Resposta: 600 ÷ 3.000 × 100 = 20\%.
Questões discursivas
- Por que as contas básicas devem ser priorizadas?
- Como hábitos de consumo podem alterar a conta de água ou energia?
- Explique como consumo consciente beneficia orçamento e ambiente.
- Uma família ganha R$ 4.000 e gasta R$ 800 com contas básicas. Qual percentual da renda está comprometido? ---
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Aula 04 – Orçamento doméstico – Parte 3
Resumo da Aula
Gastos supérfluos são despesas não indispensáveis que podem ser adiadas, reduzidas ou eliminadas sem comprometer as necessidades básicas. O que é supérfluo, entretanto, pode variar conforme renda e realidade familiar.
Propagandas, redes sociais, comparação com outras pessoas, tendências e consumo emocional podem incentivar compras que não estavam planejadas.
Quando gastos não essenciais se repetem, reduzem o dinheiro disponível para despesas importantes, dificultam a formação de reservas e podem estimular o uso de crédito, aumentando o risco de endividamento.
Conceitos-chave
- Supérfluo não significa necessariamente inútil.
- Necessidades devem ter prioridade.
- Propaganda pode influenciar decisões.
- Redes sociais podem estimular consumo.
- Pequenos gastos frequentes podem representar grande valor mensal.
- Crédito usado para supérfluos aumenta o risco financeiro.
🎯 Atenção para a Prova Paulista
Treine identificar e somar gastos não essenciais em uma tabela.
Também observe o contexto: roupas compradas por impulso, várias assinaturas, delivery frequente ou troca desnecessária de aparelhos podem ser considerados gastos ajustáveis.
A Trilha traz situações em que você precisa calcular o total e até a porcentagem da renda comprometida com gastos supérfluos.
Exemplo aplicado
Situação: streaming R$ 100 + delivery R$ 200 + roupas por impulso R$ 300.
Pergunta: quanto é gasto com itens não essenciais?
Resposta: R$ 600.
Questões discursivas
- O que caracteriza um gasto supérfluo?
- Como redes sociais podem influenciar o consumo?
- Por que pequenos gastos frequentes podem prejudicar o orçamento?
- Cite duas maneiras de reduzir gastos não essenciais. ---
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Aula 05 – Criando um orçamento familiar
Resumo da Aula
Criar um orçamento envolve registrar renda e despesas, calcular o saldo e classificar os gastos de acordo com sua importância.
Uma planilha ou tabela permite visualizar onde o dinheiro está sendo utilizado. O primeiro passo é somar toda a renda e todos os gastos. Depois, calcula-se:
saldo = renda − despesas.
Se o resultado for positivo, sobra dinheiro; se for negativo, a família está gastando mais do que recebe.
Depois disso, gastos essenciais devem ser preservados e gastos supérfluos podem ser reduzidos para recuperar o equilíbrio.
Conceitos-chave
- Registrar renda e despesas.
- Calcular o total gasto.
- Determinar saldo positivo ou negativo.
- Separar essencial de supérfluo.
- Utilizar tabelas ou planilhas.
- Fazer ajustes até atingir equilíbrio.
🎯 Atenção para a Prova Paulista
Você precisa conseguir receber um orçamento completo, fazer as contas e tomar uma decisão.
Treine esta sequência:
1. somar renda → 2. somar despesas → 3. calcular saldo → 4. classificar gastos → 5. propor ajustes.
Não corte automaticamente despesas essenciais. Procure primeiro gastos que podem ser reduzidos sem prejudicar alimentação, moradia, transporte ou outras necessidades básicas.
Exemplo aplicado
Situação: renda = R$ 3.000; despesas = R$ 3.250.
Resposta: saldo de –R$ 250. O orçamento está deficitário.
Questões discursivas
- O que significa ter saldo negativo?
- Por que uma planilha facilita o controle financeiro?
- Qual tipo de gasto deve ser analisado primeiro quando é necessário fazer cortes?
- Explique como transformar um orçamento deficitário em equilibrado. ---
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Aula 06 – Como funciona o financiamento de bens? – Parte 1
Resumo da Aula
O financiamento é uma forma de crédito que permite adquirir um bem imediatamente e pagar ao longo do tempo. Em troca, normalmente são cobrados juros e encargos.
Os juros representam o custo do dinheiro utilizado durante determinado período. Prazos maiores e parcelas menores podem parecer mais confortáveis no mês, mas geralmente aumentam o custo total.
Por isso, não se deve analisar apenas o valor da parcela. É necessário comparar preço à vista, soma das parcelas, juros, prazo e impacto sobre o orçamento.
Conceitos-chave
- Financiamento é uma forma de crédito.
- Juros aumentam o custo final.
- Prazo maior pode significar mais juros.
- Parcela pequena não significa compra barata.
- Compra à vista e financiada devem ser comparadas.
- O financiamento pode ser justificável em determinadas necessidades.
🎯 Atenção para a Prova Paulista
Treine cálculos como:
valor financiado = número de parcelas × valor da parcela.
Depois compare com o preço à vista. A Trilha pede exatamente esse tipo de análise: calcular o total pago e identificar quanto os juros aumentaram o custo do bem.
Exemplo aplicado
À vista: R$ 1.000.
Financiado: 12 × R$ 100 = R$ 1.200.
O financiamento custa R$ 200 a mais.
Questões discursivas
- Explique o que é financiamento.
- Por que parcelas pequenas podem enganar o consumidor?
- O que deve ser comparado antes de financiar?
- Em que situação um financiamento pode ser justificável? ---
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Aula 07 – Como funciona o financiamento de bens? – Parte 2
Resumo da Aula
Existem financiamentos com diferentes finalidades, como imobiliário, de veículos e estudantil. Eles apresentam prazos, juros e riscos diferentes.
Uma decisão financeira também possui dimensão emocional: casa própria pode representar estabilidade; veículo, autonomia; ensino superior, expectativa de crescimento profissional. Entretanto, o desejo não substitui a análise da capacidade de pagamento.
Um indicador importante é o percentual da renda comprometido pela parcela:
parcela ÷ renda × 100.
No exemplo da aula, uma parcela de R$ 1.800 para renda de R$ 4.000 compromete 45% da renda e é considerada excessiva no cenário apresentado.
Conceitos-chave
- Existem diferentes tipos de financiamento.
- Renda e estabilidade precisam ser consideradas.
- Percentual comprometido é importante.
- Custo total deve ser comparado.
- Entrada maior pode reduzir o valor financiado.
- Emoção não deve substituir planejamento.
🎯 Atenção para a Prova Paulista
Saiba calcular quanto da renda será comprometido e avaliar se o compromisso parece sustentável.
Também saiba distinguir necessidade de desejo. Uma questão pode apresentar duas pessoas com diferentes rendas e objetivos e pedir qual financiamento é mais prudente.
Exemplo aplicado
Renda: R$ 5.000.
Parcela: R$ 1.000.
1.000 ÷ 5.000 × 100 = 20%.
Questões discursivas
- Por que renda estável é importante ao financiar?
- Como calcular o percentual de renda comprometido?
- Por que um financiamento estudantil também precisa de planejamento?
- Cite duas estratégias para reduzir o risco de um financiamento. ---
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Aula 08 – Simulando compra de imóveis – Parte 1
Resumo da Aula
O financiamento imobiliário permite adquirir um imóvel pagando ao longo de muitos anos. Sua análise envolve taxa de juros, prazo, sistema de amortização e regras contratuais.
Na amortização, a dívida é reduzida gradualmente. No sistema SAC, as parcelas começam maiores e tendem a diminuir. No sistema PRICE, as parcelas permanecem fixas segundo o modelo apresentado na aula.
Existem ainda diferentes formas de acesso à moradia, como SFH, SFI, Minha Casa Minha Vida, consórcio e financiamento direto. Cada alternativa possui vantagens e limitações.
Comprar nem sempre é automaticamente melhor do que alugar. A decisão depende de renda, urgência, custo total, estabilidade e objetivos da família.
Conceitos-chave
- Amortização reduz gradualmente a dívida.
- SAC apresenta parcelas decrescentes.
- PRICE apresenta parcelas fixas.
- Prazo longo reduz parcela, mas pode elevar juros totais.
- Consórcio pode exigir espera pela contemplação.
- Moradia exige planejamento de longo prazo.
🎯 Atenção para a Prova Paulista
Saiba comparar alternativas, não apenas definir SAC ou PRICE.
Observe sempre:
renda → parcela → percentual comprometido → prazo → custo total → urgência.
Também evite respostas absolutas como “comprar é sempre melhor” ou “alugar é sempre ruim”. A Trilha mostra que a escolha depende da realidade financeira e dos objetivos familiares.
Exemplo aplicado
Uma família pode escolher entre aluguel de R$ 1.200 e financiamento de R$ 1.800. A comparação precisa considerar não apenas R$ 600 de diferença mensal, mas também prazo, juros, estabilidade e objetivos.
Questões discursivas
- Diferencie SAC e PRICE.
- O que é amortização?
- Por que prazo maior pode elevar o custo total?
- Cite quatro critérios para decidir entre comprar e alugar. ---
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Aula 09 – Simulando compra de imóveis – Parte 2
Resumo da Aula
Nesta aula, os conceitos anteriores são utilizados para tomar e justificar decisões sobre moradia.
A análise deve reunir cálculos e fatores sociais: renda, parcela, aluguel, custo total, prazo, segurança financeira, estabilidade, urgência e objetivos futuros. Não existe uma única alternativa correta para todas as famílias.
Uma decisão bem fundamentada precisa explicar o cenário, apresentar os cálculos relevantes, indicar a opção escolhida e justificar por que ela é adequada àquele perfil familiar.
Conceitos-chave
- Decisão financeira exige comparação.
- Cálculo e contexto devem ser analisados juntos.
- Renda comprometida é um indicador importante.
- Segurança financeira deve ser considerada.
- Objetivos familiares alteram a melhor escolha.
- Decisões devem ser justificadas com dados.
🎯 Atenção para a Prova Paulista
Em uma questão de moradia, não procure automaticamente a menor parcela.
Pergunte:
Qual é a renda? Quanto será comprometido? Qual é o custo total? Há urgência? Existe estabilidade? Quais são os riscos?
A resposta mais adequada tende a ser aquela que considera vários fatores ao mesmo tempo, e não apenas um número isolado.
Exemplo aplicado
Uma família prefere financiamento mais caro porque precisa mudar imediatamente; outra, sem urgência, pode preferir consórcio. A melhor escolha depende do cenário.
Questões discursivas
- Por que a menor parcela nem sempre é a melhor opção?
- Como fatores emocionais podem afetar uma decisão sobre moradia?
- Por que a renda deve ser considerada antes de escolher financiamento?
- Explique por que decisões financeiras diferentes podem ser adequadas para famílias diferentes. ---
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Aula 10 – Saúde financeira x insegurança: como se preparar para imprevistos?
Resumo da Aula
O seguro é uma forma de proteção financeira contra determinados riscos. O segurado paga um valor chamado prêmio e, se ocorrer um evento previsto no contrato, a seguradora pode cobrir parte ou todo o prejuízo.
Existem seguros de vida, saúde, automóvel, viagem, residencial e outros. A utilidade depende do risco e da situação da pessoa ou família.
Seguro e reserva de emergência têm funções diferentes. A reserva é dinheiro guardado para despesas inesperadas; o seguro transfere determinados riscos elevados para a seguradora. As duas estratégias podem se complementar.
Conceitos-chave
- Seguro protege contra determinados riscos.
- Prêmio é o valor pago pela proteção.
- Seguro não impede que o evento aconteça.
- Seguro não tem como objetivo gerar lucro.
- Reserva de emergência e seguro têm funções diferentes.
- Proteção patrimonial combina estratégias.
🎯 Atenção para a Prova Paulista
Cuidado com três erros:
seguro não gera lucro; seguro não elimina todos os riscos; seguro não substitui a reserva de emergência.
A Trilha enfatiza justamente que o seguro serve para reduzir grandes perdas financeiras e que combinar seguro com reserva pode produzir proteção mais equilibrada.
Exemplo aplicado
Uma pessoa tem um carro usado diariamente para trabalhar. Um seguro não aumenta o valor do carro, mas pode evitar que roubo ou acidente provoque uma perda financeira muito maior.
Questões discursivas
- Qual é a finalidade de um seguro?
- O que significa prêmio de seguro?
- Diferencie seguro e reserva de emergência.
- Por que contratar seguro pode fazer parte do planejamento financeiro? ---
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Aula 11 – Impactos do endividamento
Resumo da Aula
Endividamento ocorre quando uma pessoa assume compromissos financeiros para pagamento futuro, como cartão, empréstimos, financiamentos e parcelamentos.
Estar endividado não significa necessariamente estar inadimplente. O endividado possui dívidas; o inadimplente deixou de cumprir pagamentos no prazo.
O excesso de dívidas diminui a capacidade de poupar, formar reserva e atingir objetivos. Pode também aumentar a dependência de crédito e a possibilidade de inadimplência.
Entre as causas estão falta de planejamento, redução da renda, emergências, crédito usado sem controle e compras por impulso.
Conceitos-chave
- Dívida e inadimplência não são sinônimos.
- Crédito cria compromissos futuros.
- Dívidas consomem parte da renda.
- Endividamento excessivo reduz poupança.
- Juros altos devem ser priorizados na quitação.
- Planejamento reduz riscos.
🎯 Atenção para a Prova Paulista
Treine calcular a porcentagem da renda comprometida com dívidas.
Some todas as parcelas e utilize:
dívidas mensais ÷ renda × 100.
Na Trilha, uma família com R$ 4.000 de renda e R$ 2.000 em dívidas compromete 50% da renda, situação associada a maior risco e pior qualidade de vida.
Exemplo aplicado
Renda: R$ 3.000.
Dívidas mensais: R$ 1.200.
1.200 ÷ 3.000 × 100 = 40%.
Questões discursivas
- Diferencie endividamento e inadimplência.
- Como dívidas elevadas afetam a reserva de emergência?
- Cite três causas de endividamento.
- Por que calcular a porcentagem da renda comprometida é importante? ---
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Aula 12 – Gestão de dívidas
Resumo da Aula
Quando as dívidas saem de controle e pagamentos são atrasados, podem ocorrer restrições de crédito e negativação em cadastros de inadimplentes. Isso dificulta o acesso futuro a empréstimos e financiamentos.
O endividamento também pode afetar bem-estar e saúde mental, contribuindo para estresse e ansiedade e dificultando a tomada de decisões.
Algumas práticas preventivas são planejar antes de parcelar, comparar juros, manter reserva, controlar cartão e evitar compras impulsivas. Para quem já perdeu o controle, a renegociação pode reduzir juros, ampliar prazos ou oferecer descontos, ajudando na reorganização do orçamento.
Conceitos-chave
- Negativação pode restringir acesso a crédito.
- Dívidas podem afetar bem-estar.
- Planejar antes de comprar previne problemas.
- Juros e condições devem ser comparados.
- Renegociação pode reorganizar dívidas.
- Equilíbrio financeiro está relacionado à qualidade de vida.
🎯 Atenção para a Prova Paulista
Não pense que “ter qualquer dívida” significa problema. O foco é reconhecer quando as dívidas comprometem excessivamente a renda ou deixam de ser pagas.
Em situações-problema, procure a melhor estratégia: controlar novos gastos, listar as dívidas, comparar juros, priorizar as mais caras e buscar renegociação quando necessário.
Exemplo aplicado
Uma pessoa possui três dívidas. Uma cobra juros muito maiores que as outras. Ao organizar o pagamento, essa dívida deve receber atenção especial porque tende a crescer mais rapidamente.
Questões discursivas
- O que acontece quando uma pessoa é negativada?
- Como o endividamento pode afetar o bem-estar?
- O que é renegociação de dívidas?
- Cite quatro atitudes que ajudam a evitar endividamento excessivo. ---
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Aula 13 – Trilha de Exercícios: revisão do 3º bimestre
Resumo da Aula
A Trilha de Exercícios retoma os principais conhecimentos do bimestre por meio de situações financeiras concretas.
O primeiro bloco trabalha orçamento familiar, comparação de preços, contas básicas, gastos essenciais e supérfluos. O segundo concentra-se em financiamento, juros, compra à vista ou parcelada, planejamento antecipado e decisões sobre imóveis. O terceiro aborda seguros, reserva de emergência e endividamento.
O objetivo da revisão não é apenas lembrar definições. As questões exigem ler tabelas, realizar cálculos, comparar alternativas e decidir qual escolha é financeiramente mais adequada.
Conceitos-chave
- Comparação de preços.
- Percentual da renda.
- Gastos essenciais e supérfluos.
- Juros e custo total.
- Financiamento e moradia.
- Seguro e reserva.
- Endividamento.
🎯 Atenção para a Prova Paulista
Antes da avaliação, treine principalmente estes quatro procedimentos:
1. Somar valores corretamente. 2. Calcular porcentagens da renda. 3. Comparar custo à vista e custo parcelado. 4. Escolher uma alternativa e justificar usando o contexto financeiro.
Cuidado com respostas absolutas como “financiamento é sempre ruim”, “comprar é sempre melhor que alugar”, “seguro substitui reserva” ou “qualquer dívida é inadimplência”. As questões da Trilha valorizam análise do cenário.
Exemplo aplicado
Uma família recebe R$ 5.000 e possui R$ 1.000 em parcelas.
Cálculo: 1.000 ÷ 5.000 × 100 = 20\%.
O estudante deve calcular o percentual e depois avaliar se esse compromisso cabe no restante do orçamento.
Questões discursivas
- Explique como comparar duas opções de compra financiada.
- Qual é a importância de calcular o percentual da renda comprometido?
- Por que seguro e reserva de emergência devem ser vistos como estratégias complementares?
- Quais informações você analisaria antes de afirmar que uma família está excessivamente endividada?
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